Abrasel através do fórum de turismo pleiteia a criação de zonas de interesses turístico para Fortaleza

Qui, 16 de Fevereiro de 2017 00:00   

Segundo a associação, plano de reestruturação da área permitirá a instalação de mais opções de entretenimento e lazer

Para elaborar um planejamento estratégico para o turismo na capital cearense, o Secretário de Turismo de Fortaleza, Alexandre Pereira, realizou uma reunião com as principais associações de turismo, dentre elas, a Abrasel. Na ocasião, foram criados grupos de trabalho: Praia do Futuro/Beira Mar/ Barra do Ceará /Praia de Iracema/; Capacitação e Novas Ideias.

A Abrasel será representada por membros executivos nas células de capacitação, onde serão preparadas palestras e cursos. O objetivo das ações é a reestruturação das áreas de turismo, com arranjos necessários para as áreas de segurança e transformar os locais em zonas de interesse turístico, com mais empreendimentos e opções de entretenimento e lazer. “Estamos trabalhando para que todos do setor de alimentação e turismo possam prosperar, para termos uma cidade preparada para o setor de entretenimento e lazer”, afirma Rodolphe Trindade, presidente da Abrasel. 

Em pauta, também foram apresentadas pela diretoria da Abrasel algumas demandas do setor no plano diretor para entrar em discussão, entre elas a questão do Rist (Relatório de Impacto de Trânsito), que obriga bares e restaurantes acima de 250m2 a terem área de estacionamento. Segundo o presidente da Abrasel, Rodolphe Trindade, a ideia é que seja fomentada a discussão sobre o assunto dentro da Câmara Municipal, para abolir essa proposta.

“Estacionamento é um serviço, e nós estamos dispostos a ajudar a população, uma vez que restaurante ajuda a conter o fluxo de carros na cidade. Muita gente não precisar ir de carro até sua casa para almoçar, já que almoça nos restaurantes perto do trabalho; e à noite estamos no contra fluxo. Inclusive, essa lei vai contra as políticas apresentadas pela Prefeitura que tem investido em diferentes modais de trânsito, para que a população tenha opções variadas de mobilidade: bicicletas e carros compartilhados, vias exclusivas para ônibus, etc.. Assim, vagas de estacionamento não pode ser obrigatoriedade.”, defende.